Oi Naty,
Definitivamente, escrever é a minha forma de expressão preferida. A necessidade que sinto de realizar tal atividade acaba por me fazer refém das minhas próprias palavras. A ausência de escrita me traz inquietação, como uma abstinência química, só que menos intensa e mais subjetiva.
Escrevo para registrar um momento, para eternizar um segundo. Componho frases para aliviar uma dor, ou para dar vida aos meus tímidos sentimentos.
Quando o meu mundo parece desabar, nada me traz mais conforto do que algumas palavras amigas, um abraço apertado e uma folha de papel. Enquanto preencho linhas, um filme começa a se passar dentro de mim, percebo quais peças faltam para o quebra-cabeça ser montado e procuro a melhor forma de consegui-las. Ao construir textos, sou inundada por um turbilhão de ideias avulsas que se completam. Alegria, tristeza, saudade, amor, raiva, medo, esperança.. uma coleção de sentimentos parecem entrar em cena e apresentar o espetáculo de mim mesma. Minhas palavras não precisam de aplausos, mas se deliciam com a presença de qualquer plateia, por mais silenciosa ou crítica que esta possa ser.
Me sinto nascer novamente, cada vez que descubro uma nova forma de combinar as palavras.
Eu escrevo o que sou e escrevo para ser. Entre linhas, me descubro, me mostro, me confesso.
Volto a escrever. Bjs*
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