Oi Naty,
O que dizer quando tudo te leva de volta a um mesmo ponto? Um lugar ao qual você nunca pensou em pertencer, não fora dos sonhos, abre os braços e te acole. Tudo muito de repente. Você quis tanto estar ali, e abracadabra, você está. Coincidência é o nome que os amargos dão ao que nós, lunáticos, chamamos de destino. Tanto querer, sem por quê, se faz explicável quando a expectativa vira realidade. Você se sente estranhamente em casa, estranhamente encantada, estranhamente aceita. Estávamos todos nós esperando uns pelos outros? Digam que sim, é difícil de explicar, mas eu não quero deixar isso mais. Sinto-me bem aqui, desde o primeiro instante. Esqueçam o dia em que nos conhecemos, quero que essa lembrança seja exclusivamente minha, pra só eu saber o quanto nossos caminhos insistem em se cruzar. Aquelas histórias que se a gente contar ninguém acredita. E estou contando essa história a mim mesma, toda noite, pra ver se eu acredito. Ouvindo minhas músicas preferidas e pensando no quanto tudo isso é mágico. Vivendo um momento mágico e pensando no quanto a sorte tem flertado comigo. Sorte, destino, coincidência, tudo sinônimo agora. Posso ficar mais um pouco? Gosto das músicas repetidas e dessa gente maluca. Pertencemos a mundos diferentes que se encontram com uma facilidade absurda. "Mundo pequeno", não canso de pensar nisso. E que não se torne uma lembrança boa, uma história inacreditável; não quero ir embora mais. Porque tudo isso é tão incrível, intenso, familiar, viciante. Tudo muito, muito de repente.
O que dizer quando tudo te leva de volta a um mesmo ponto? Um lugar ao qual você nunca pensou em pertencer, não fora dos sonhos, abre os braços e te acole. Tudo muito de repente. Você quis tanto estar ali, e abracadabra, você está. Coincidência é o nome que os amargos dão ao que nós, lunáticos, chamamos de destino. Tanto querer, sem por quê, se faz explicável quando a expectativa vira realidade. Você se sente estranhamente em casa, estranhamente encantada, estranhamente aceita. Estávamos todos nós esperando uns pelos outros? Digam que sim, é difícil de explicar, mas eu não quero deixar isso mais. Sinto-me bem aqui, desde o primeiro instante. Esqueçam o dia em que nos conhecemos, quero que essa lembrança seja exclusivamente minha, pra só eu saber o quanto nossos caminhos insistem em se cruzar. Aquelas histórias que se a gente contar ninguém acredita. E estou contando essa história a mim mesma, toda noite, pra ver se eu acredito. Ouvindo minhas músicas preferidas e pensando no quanto tudo isso é mágico. Vivendo um momento mágico e pensando no quanto a sorte tem flertado comigo. Sorte, destino, coincidência, tudo sinônimo agora. Posso ficar mais um pouco? Gosto das músicas repetidas e dessa gente maluca. Pertencemos a mundos diferentes que se encontram com uma facilidade absurda. "Mundo pequeno", não canso de pensar nisso. E que não se torne uma lembrança boa, uma história inacreditável; não quero ir embora mais. Porque tudo isso é tão incrível, intenso, familiar, viciante. Tudo muito, muito de repente.

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